Novo livro de Paulo Coelho, ‘O vencedor está só’, resumo



‘O vencedor está só’ junta o mundo das celebridades, da moda e violência.
Trama é ambientada durante 24 horas no Festival de Cinema de Cannes.

O universo da moda, das celebridades, um serial killer em ação no Festival de Cinema de Cannes: esses são os ingredientes principais de “O vencedor está só“, livro que Paulo Coelho acabou de lançar. Não parece exatamente a receita costumeira de uma obra sua, mas, para o escritor, “o que vale é uma boa história”.

“O estilo é o mesmo. A trama é sempre uma boa história que serve como suporte para discutir assuntos que eu acho relevantes”, afirma.

O protagonista de “O vencedor está só” (editora Agir, 397 págs.) é Igor Dalev, um russo que transforma sua obsessão pela ex-mulher em uma trilha de assassinatos. Com o ambiente luxuoso de estilistas e artistas ao fundo de sua trama, Paulo Coelho busca montar uma crítica ao materialismo e a permissividade.

Junto ao lançamento de seu mais novo trabalho, o escritor brasileiro também está empolgado com os projetos relacionados à internet. No próximo dia 24 de agosto (por sinal dia de seu aniversário) serão anunciados os selecionados para o projeto “Bruxa experimental” - que consiste na junção de trabalhos em vídeo feito por internautas e baseado nas narrativas de seu livro “A bruxa de Portobello”.

O resumo do novo livro de Paulo Coelho ‘O vencedor está só’, e o download gratuito de alguns livros, algumas vezes são disponibilizados no próprio site oficial do autor.

Fonte: G1

Resumo Memorias Postumas de Bras Cubas

Resumo Memorias Postumas de Bras Cubas

Memórias póstumas de Brás Cubas

Este livro representou um marco decisivo tanto no desenvolvimento da obra de seu autor, quanto na evolução da literatura brasileira. Não é mais um romance romântico, como os anteriores de Machado de Assis (1839-1908), e é tido como o primeiro romance realista brasileiro.

Mas ele é ainda mais que isso: é a primeira narrativa fantástica brasileira e, ainda mais importante, é a primeira obra da literatura brasileira que ultrapassa os limites nacionais dessa literatura, pois é um grande romance universal, que mereceria lugar de destaque em qualquer grande literatura do mundo.

Brás Cubas, o narrador, está morto, e é dessa perspectiva extraordinária (daí o caráter fantástico do livro) que ele nos relata sua vida e nos dá um quadro de sua classe social e do mundo em que viveu, tudo num estilo ziguezagueante, coerente com a vontade de um morto caprichoso e debochado, sem qualquer compromisso com os formalismos da vida – sejam os formalismos das relações sociais, sejam os da narrativa literária.

O livro é imensamente divertido e pode-se lê-lo, com prazer, de diversas formas e com diversos interesses: seja pelo interesse da história, contada com comicidade e irreverência; seja pela forma da narrativa, cheia de surpresas e desenvolvida (ou desmontada) por meio de um vaivém constante (começa pela morte do protagonista, pula para o seu nascimento e prossegue com muitos saltos);

Seja ainda pela representação corrosivamente irônica de um mundo social parasitário (a “alta sociedade” do Segundo Império), mundo do qual o narrador – um completo parasita – é o perfeito representante.

Por trás de tanto bom humor, contudo, está uma perspectiva desencantada (o famoso pessimismo machadiano) que não só põe a nu as estruturas daquela sociedade, mas ainda deixa visível o esqueleto que suporta as estruturas da vida e da arte.

Por: Curso Objetivo

Maria Madalena e Jesus tinham relação de aluna e mestre


Após exorcismo, mulher teria passado a seguir Cristo como discípula Palestina afora.
Idéia de que os dois teriam casado e tido filhos não possui dados concretos a seu favor.

A maioria dos que estudam as origens do cristianismo tem poucas dúvidas: Maria Madalena cumpriu um papel importante entre os primeiros seguidores de Jesus, era uma das companheiras mais devotadas de Cristo e foi uma das primeiras a testemunhar sua fé na ressurreição do mestre. Mas, ao que tudo indica, a idéia de que os dois foram casados e tiveram filhos não passa de uma mistura de imaginação hiperativa moderna com brigas políticas de antigas seitas cristãs.

maria madalena

Explica-se: todos os textos que insinuam uma proximidade mais carnal entre Maria Madalena e Jesus são pelo menos cem anos mais recentes que os Evangelhos oficiais, tendo sido escritos por pessoas que queriam justamente desafiar as visões mais ortodoxas do cristianismo, as quais começavam a se firmar. Se a pesquisa mais sóbria enterra, por um lado, o romantismo à la “Código da Vinci”, também demonstra, por outro, um dos aspectos mais radicais da missão religiosa de Jesus: o tratamento aparentemente igualitário dado às mulheres.

De fato, ao contrário de todos os líderes religiosos judeus antes e depois dele (antes da época moderna, claro), Cristo não via problema algum em ter seguidores dos dois sexos. “Duas das qualidades extraordinárias de Jesus são o fato de que ele recrutava seguidores e era itinerante. Mas o que é ainda mais incomum é o fato de ele recrutar seguidores do sexo feminino e masculino e viajar com ambos”, escreve Ben Witherington III, especialista em Novo Testamento do Seminário Teológico Asbury (Estados Unidos).

Ambos os fatos seriam considerados escandalosos para os judeus do século I, para quem as mulheres deveriam ficar em casa com seus maridos e, quando viajassem, teriam de ser acompanhadas por parentes do sexo masculino. Segundo o padre John P. Meier, professor da Universidade de Notre Dame em Indiana (EUA) e autor dos livros da série “Um Judeu Marginal”, sobre a figura histórica de Jesus, o escândalo é um ótimo motivo para acreditar que esse grupo de seguidoras, incluindo Maria Madalena, realmente existiu.
Read more »

A Bossa Nova e sua história


bossa novaA história da Bossa Nova é a história de uma geração. Uma geração de jovens artistas brasileiros que acreditaram no futuro e conseguiram realizar o sonho de levar sua música aos quatro cantos do mundo.

As primeiras manifestaçôes do que viria a ser conhecido como Bossa Nova ocorreram na década de 50, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ali, compositores, instrumentistas e cantores intelectualizados, amantes do jazz americano e da música erudita, tiveram participação efetiva no surgimento do gênero, que conseguiu unir a alegria do ritmo brasileiro às sofisticadas harmonias do jazz americano.

Ao se falar de Bossa Nova não se pode deixar de citar Antonio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes, Candinho, João Gilberto, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Nara Leão, Ronaldo Bôscoli, Baden Powell, Luizinho Eça, os irmãos Castro Neves, Newton Mendonça, Chico Feitosa, Lula Freire, Durval Ferreira, Sylvia Teiles, Normando Santos, Luís Carlos Vinhas e muitos outros.

Todos eles jovens músicos, compositores e intérpretes que, cansados do estilo operístico que dominava a música brasileira até então, buscavam algo realmente novo, que traduzisse seu estilo de vida e que combinasse mais com o seu apurado gosto musical.

Impossível precisar quando a Bossa Nova realmente começou. Mas é certo que o lançamento, em 1958, dos discos Cançâo do Amor Demais, com Elizeth Cardoso interpretando composições de Tom e Vinicius, e Chega de Saudade - 78 rpm, com o clássico de Tom e Vinicius de um lado e Bim-bom, de João Gilberto, do outro -, nos quais João surpreendeu a todos com a nova batida de violão, foi o resultado de vários anos de experiências musicais. Experiências empreendidas não só por João mas por toda a turma que se encontrava nas famosas reuniões na casa de Nara Leão.
Read more »

Museu de cera: Veja alguns dos personagens do Museu de Berlim


Museu de cera de Berlim abre com Einstein, Beethoven e Hitler

O novo museu de cera de Berlim, que abre suas portas para o público no sábado (5), vem sendo criticado por expor uma estátua de Adolf Hitler, em numa réplica do bunker em que passou seus últimos dias de vida. Críticos disseram que é inapropriado expor o ditador nazista, que lançou a 2ª Guerra Mundial e ordenou o extermínio dos judeus na Europa, ao lado de estátuas de celebridades, popstars, estadistas mundiais e heróis do mundo esportivo.

Na Alemanha, é ilegal expor símbolos nazistas ou obras de arte que glorifiquem Hitler, e a seção dedicada a Hitler é protegida por cordão de isolamento, para que pessoas não possam posar para fotos ao lado dele.

Cerca de 25 trabalhadores passaram quatro meses produzindo a figura de Hitler, usando 2.000 fotos e materiais de arquivo e baseando-se também no modelo exposto no Madame Tussauds de Londres (Foto: AFP)

O Museu de Cera de Berlim tem ainda réplicas de Einstein, George W. Bush Madonna, entre outras (Foto: AFP)

Fonte: G1

Teoria da evolução ou teoria evolucionista


darvinA ciência, em geral, mudou muito no século passado (século XX) e, contudo, em relação a teoria da evolução ou teorias evolucionista, parece estranho que não tenha mudado de forma significativa.

Ainda que existam pequenas atualizações, a teoria da evolução geralmente aceite é a Teoria Darwinista, exposta na obra A Origem das Espécies em 1859. Esta teoria evolucionista consiste basicamente no que seguramente todos nós estudamos ou pelo menos ouvimos dizer.

Segundo a teoria evolucionista de Darwin, os indivíduos apresentam variações aleatórias e a evolução está determinada pela seleção natural. Estas variações denominam-se também mutações aleatórias, para sublinhar o seu caráter supostamente não dirigido.

A Teoria Darwinista impôs-se sobre a teoria evolucionista proposta por Lamarck, segundo a qual, os caracteres adquiridos durante a vida dos indivíduos passavam à descendência. O exemplo clássico é o da evolução do pescoço da girafa. Segundo a teoria de Lamarck, as primeiras girafas, ao esticar continuamente o pescoço de forma a conseguir alimento, alargaram-no, procriando posteriormente descendentes com o pescoço um pouco mais longo; por seu lado, Darwin defendia que, nascidas por girafas com o pescoço mais longo, eram as que melhor se tinham adaptado ao meio e sobrevivido melhor, procriando mais descendência.

Juntamente com as teorias da evolução propriamente ditas, encontram-se as leis de Mendel (1865) sobre a herança genética, cujos elementos fundamentais são a combinação dos genes e o seu caráter dominante ou recessivo. Se bem que, em relação à data assinalada é conveniente indicar que até finais do século XIX, esta teoria permaneceu no mais absoluto anonimato e não precisamente porque Mendel não tentasse a sua publicação, como se defende em alguns âmbitos.

Resumindo, as idéias expostas por Lamarck, Darwin e Mendel formam o corpo central dos conceitos em matéria de evolução biológica ou evolução das espécies. Não obstante, também convém assinalar a existência de teorias derivadas das anteriores e outras teorias de caráter religioso.

Passamos agora a efetuar uma análise crítica das teorias evolucionistas mais importantes, sem que de forma nenhuma suponha uma avaliação negativa.
Uma breve descrição destas teorias evolucionistas pode encontrar-se no anexo ao falar das teorias sobre a origem do homem.

Fonte: Molwick

Semana da Arte Moderna de 1922, artistas modernistas, movimento e pintores


Saiba mais sobre Arte Moderna, os artistas modernistas, o movimento modernista nas artes plásticas, a Semana de Arte Moderna de 1922, pintores do modernismo.

teatro arte moderna 1922Teatro Municipal – Inaugurado em 1911, em estilo barroco seiscentista, com influência da onda do momento: art nouveau. Já ocuparam seu palco a bailarina Isodora Duncan, em 1961, os tenores Enrico Caruso, em 1917, Beniamino Gigli, em 1921, além de outros consagrados artistas. Foi, literalmente, o palco da Semana Modernista de 1922, na qual se apresentaram Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade. A restauração de 1991 devolveu seus ares nobres das primeiras décadas. Conheça, do lado direito, a praça Ramos de Azevedo, homenagem ao arquiteto que projetou o teatro. As palmeiras, as escadarias, o calçamento e as esculturas sobre a obra de Carlos Gomes, de autoria do italiano Amadeo Zani, são do começo do século.

Arte Moderna

A Arte Moderna é uma forma de pintura e escultura que surgiu nos fins do século passado, reagindo contra as obras clássicas. Os primeiros pintores modernos foram os impressionistas, que escolhiam cenas de exteriores, pessoas humildes, paisagens, etc. como seus temas.

Depois deles surgiram outros movimentos de arte moderna, sempre inovando e criando novas maneiras de expressar-se. As cores vivas e as figuras deformadas (para exprimir sofri­mento), os cubos e as cenas sem lógica, são recursos que os modernistas usam para criar uma pintura livre dos modelos antigos.

Foi muito difícil para esses artistas serem aceitos, pois os críticos não aceitavam as novidades. Com o tempo, porém, foram aumentando as exposições, e o público passou a aceitar e entender os modernistas, admirando, suas obras.

Fazem-se exposições em muitos lugares, e em São Paulo há o Museu de Arte Moderna, com mostras regulares, assim co­mo as Bienais, e outras iniciativas para estimular o artista moderno.

Fontes: Artemoderna e Braziliantourism

Narguile: Origem, partes, funcionamento, fumo (tabacos) e saúde


narguile arguile shisha hookahOrigem

Narguilé é um cachimbo de água utilizado para fumar. Além desse nome, de origem árabe, também é chamado de hookah (na Índia e outros países que falam inglês), shisha ou goza (nos países do norte da África), narguilê, narguila, nakla, arguile, naguilé etc. Há diferenças regionais no formato e no funcionamento, mas o princípio comum é o fato de a fumaça passar pela água antes de chegar ao fumante. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Oriente Médio e Sul da Ásia.

Partes

O narguilé é formado pelas seguintes peças:

Base: peça central do narguilé; assemelha-se a um vaso. É onde se coloca a água (ou, embora não seja tradicional, com outros líquidos, como arak, sucos ou essências naturais). Geralmente é feita de vidro, metal ou cerâmica; algumas são ornamentadas com desenhos.

Corpo: peça cilíndrica que sustenta o fornilho e conecta-se à base. Na base, projeta um tubo para dentro da água, que conduz a fumaça.

Fornilho (rosh ou cabeça): peça de barro ou cerâmica onde coloca-se o tabaco e, por cima deste, o carvão em brasa.

Abafador: Artefato em metal (muitas vezes descartados), geralmente alto para proteger a brasa do vento, evitando o consumo rápido do carvão.

Mangueira: é por onde se aspira a fumaça. Uma ponta termina numa piteira, e a outra encaixa-se na parte superior do corpo do narguilé (acima da água). Pode haver mais de uma mangueira para que várias pessoas fumem juntas (porém estes com válvulas especiais, ou do contrário os usuários não poderão “puxar” a fumaça simultaneamente). Em narguilés usados em locais públicos, como bares, freqüentemente usa-se uma peça plástica removível na ponta da piteira, que pode ser lavada ou descartada a cada uso, ao contrário da mangueira em si, que não deve nunca ser lavada, pois pode oxidar, criando assim partículas de fuligem, que atrapalham a aspiração da fumaça.

Funcionamento

Quando se aspira o ar pelo tubo, reduz-se a pressão no interior da base; isso faz com que ar aquecido pelo carvão passe pelo tabaco, produzindo a fumaça. Ela desce pelo corpo até a base, onde é resfriada e filtrada pela água, que retém partículas sólidas. A fumaça segue pelo tubo até ser aspirada pelo usuário.
Read more »

Biografia de Muhammad Ali


mohamed aliMuhammad Ali-Haj, nascido Cassius Marcellus Clay Jr., (Louisville, 17 de janeiro de 1942) é para muitos o melhor pugilista de todos os tempos. É mundialmente conhecido não somente pela sua maneira de boxear, mas também pelas suas posições políticas. Ali foi eleito ” O Esportista do Século” pela revista americana Sports Illustrated em 1999.

Nascido no estado do Kentucky, tornou-se o melhor lutador de boxe do seu tempo e começou vencendo os Jogos Olímpicos de 1960. Conquistou o título de campeão dos pesos pesados ao derrotar Sonny Liston em 1964. Perdeu o título em 1967 e foi proibido de atuar por três anos e meio por ter se recusado a lutar no Vietnã. Recuperou o posto ao ser reabilitado, mas logo perdeu para Joe Frazier. Ganhou de novo o título em 1974 ao vencer George Foreman em luta realizada no Zaire ( retratada no documentário “Quando éramos Reis“) , perdeu-o em 1978 para Leon Spinks e em seguida retomou-o de Spinks. Retirou-se do boxe quando ainda era campeão.

Foi o único boxeador que até hoje suportou 12 assaltos com o maxilar quebrado (luta com Ken Norton, em 1973). Converteu-se ao Islamismo (mudando de nome para Muhammad Ali-Haj) e lutou contra o racismo.

Ali hoje é considerado o rei do boxe mundial. Muhammad Ali não tem a doença de Parkinson, mas uma afecção denominada parkinsonismo do pugilista, uma síndrome parkinsoniana, pois tem todas as características da doença de Parkinson, mas não é a própria doença. Para muitos ele era o melhor, mas foi comprovado que ele não venceria Rocky Marciano.

Fonte: Wikipédia

Fechar
E-mail It